Os
sintomas predominantes relacionados ao que se tornaria conhecido como
“Síndrome de Lavender Town” incluíam dores de cabeça e enxaquecas,
sangramentos pelos olhos e ouvidos, mudanças de humor e irritabilidade,
vício nos jogos, violência não-provocada, afastamento e falta de reação,
e, em aproximadamente 67% dos casos, tendências suicidas. Porém, esses
sintomas só se manifestaram em crianças com idade entre 7 e 12 anos que
haviam chegado na área do jogo conhecida como “Lavender Town”, a maioria
das quais, como foi revelado, usando fones de ouvido enquanto jogavam.
Os
desenvolvedores da área de Lavender Town procuraram fazer um lugar que
“deixaria uma impressão no jogador”, de acordo com Seki Uchitada, que
foi um membro da equipe de desenvolvimento. Seki alegou que, na época do
desenvolvimento, algumas pessoas do time estavam interessadas em fazer
Lavender Town um pouco diferente do resto do jogo. “A Pokémon Tower é um
resultado visível disso”, Seki disse à revista Game’s Dimension em uma
entrevista no começo desse ano. “Isso, e o fato de que Lavender Town é
tão diferente de todas as outras cidades no jogo: é menor, tem menos
pessoas ocupando-a, não possui um ginásio ... e, claro, a música é
muito, muito misteriosa. De fato, na primeira versão do jogo, nos
disseram para mudar levemente a música que tocava ao fundo de Lavender
Town ... porque nosso diretor disse que ela perturbaria as crianças. A
música usada em versões subseqüentes é diferente.”
Ou
Seki não estava ciente de todo o impacto do Som de Lavender Town, ou
ele estava usando um enorme eufemismo do quão “perturbadas” as crianças
ficariam – nada mais é dito sobre a música no artigo, mas há menções
sobre os outros detalhes macabros de Lavender Town.
O que Seki falhou em divulgar para a revista Game’s Dimension foi que a música usada na primeira remessa de Pocket Monsters Red and Green foi formulada baseada em um experimento de “batidas binaurais” (se lembram do iDoser?): usando freqüências sonoras levemente diferentes, cada freqüência tocada em uma orelha por meio de fones de ouvido, vários efeitos psicológicos podem ser induzidos a quem ouve. Na maior parte das versões da primeira remessa, isso resultou no jogador se sentindo nervoso, apreensivo e levemente perturbado. Porém, para mais de duzentas crianças, isso provocou uma variedade de distúrbios no cérebro que passaram despercebidos puramente porque eram indetectáveis por orelhas humanas completamente desenvolvidas – ao contrário, apenas crianças foram vítimas dos sons, que resultaram em problemas psicológicos e fisiológicos que, em alguns casos, levaram à morte – muitas das quais foram suicídios.
Fonte: http://damasegames.blogspot.com.br/2011/01/o-som-de-lavender-town.html
Outra curiosidade sobre a música de Lavender Town é que supostamente quando colocada em um espectograma (um aparelho que analisa as ondas eletromagnéticas) a imagens do Ghost:
O que Seki falhou em divulgar para a revista Game’s Dimension foi que a música usada na primeira remessa de Pocket Monsters Red and Green foi formulada baseada em um experimento de “batidas binaurais” (se lembram do iDoser?): usando freqüências sonoras levemente diferentes, cada freqüência tocada em uma orelha por meio de fones de ouvido, vários efeitos psicológicos podem ser induzidos a quem ouve. Na maior parte das versões da primeira remessa, isso resultou no jogador se sentindo nervoso, apreensivo e levemente perturbado. Porém, para mais de duzentas crianças, isso provocou uma variedade de distúrbios no cérebro que passaram despercebidos puramente porque eram indetectáveis por orelhas humanas completamente desenvolvidas – ao contrário, apenas crianças foram vítimas dos sons, que resultaram em problemas psicológicos e fisiológicos que, em alguns casos, levaram à morte – muitas das quais foram suicídios.
Fonte: http://damasegames.blogspot.com.br/2011/01/o-som-de-lavender-town.html
Outra curiosidade sobre a música de Lavender Town é que supostamente quando colocada em um espectograma (um aparelho que analisa as ondas eletromagnéticas) a imagens do Ghost:
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